20.7.11

DPI Soluções em Impressão


Por que reciclar cartuchos de impressão?

Hoje, infelizmente, ao contrário do resto do mundo,  menos de 5% do setor público utiliza cartucho remanufaturado. 


A qualidade de um cartucho remanufaturado por uma empresa que pratica a remanufatura  e não a recarga,  é similar ao original e polui 100 vezes menos o meio ambiente, custa até  70%  menos e  emprega  mão de obra local.


Motivos para Reciclar: 


  • Uso racional dos recursos naturais

Uma das matérias primas do cartucho é o plástico, este material leva mais de 400 anos para desintegrar se abandonado no meio ambiente. Portanto ao encaminhar o cartucho para reciclagem você está  reaproveitando um material poluente, que pode ser reutilizado várias vezes antes de ser descartado.

  • Gera empregos: 

As empresas de reciclagem de cartuchos empregam aproximadamente no Brasil cerca de 300.000 pessoas. Movimentando a economia e contribuindo desta forma para o desenvolvimento regional e do país.


  •  Economia de petróleo:

Para fabricar um cartucho de Inkjet/Toner é necessário, em média de 2 a 5 litros de petróleo.


  • Redução de resíduos e lixo:

A reciclagem reduz resíduos sólidos e com isso são economizados mais de 38.000 toneladas de plástico e metal a cada ano,  reduzindo o volume de lixo não biodegradável;

  • Redução de custos:  


Ao reutilizar, você reduz os custos envolvidos na produção e comercialização que podem chegar a 60% do valor do novo.

  •  Responsabilidade Social:

Empresas formalmente constituídas e que investem em controle de qualidade, contribuem assumindo compromisso com a proteção ambiental e destinação adequada de resíduos.

  • Destinação de Resíduos Tóxicos. 

DPI Soluções sempre pensando no meio ambiente e na sustentabilidade de nossos produtos e serviços, destina corretamente todos os seus resíduos tóxicos provenientes do processo de remanufatura de cartuchos e toners a uma empresa terceirizada RTM - Empresa especializada no serviço de coleta de resíduos especiais. Empresa licenciada e credenciada pela FEPAM (Fundação Estadual de Proteção Ambiental).

Além disso a DPI dispõe de Licença de Operação da Secretaria do Meio Ambiente do Município, configurando sua atuação como empresa amiga do meio ambiente, atendendo todos os padrões ambientais.


Como aliar economia, sustentabilidade e impressão?


Você sabia que uma em cada seis páginas impressas vai para o lixo sem que ninguém leia? Este é um exemplo do que acontece na maioria das empresas nas quais o mesmo documento é impresso várias vezes por setores diferentes.

Esta pequena atitude acaba refletindo tanto na parte financeira quanto na responsabilidade ambiental da empresa.


Como mudar esta cultura e gerar benefícios para todos?

Separamos algumas dicas que além de ajudar a organização no seu compromisso com a sustentabilidade, também podem gerar benefícios econômicos através da redução de custos com impressão:

1. Estima-se que 70% das organizações não saibam o quanto gastam com impressão.Normalmente isso acontece pelo uso de equipamentos inadequados e até mesmo pela falta de consciência dos colaboradores. A otimização através da arquitetura de equipamentos pode ser uma das soluções, já que reduz custos gerais de suporte e dos processos administrativos e de logística.

2. Utilizar dispositivos adequados nos lugares certos, garante que o volume de impressão seja no momento oportuno e na quantidade correta. Apenas isto pode gerar em torno de 30% de economia nos custos da empresa.

3. Para ter certeza que sua empresa está contribuindo para um mundo sustentável e que ainda não tenha gastos desnecessários, certifique-se muito bem se seus fornecedores estão aptos de fato para entendem suas necessidades.

4. A DPI Soluções apresenta uma fórmula de reduzir custos de impressão - terceirização. Terceirizando esses serviços, você prioriza e foca nos seus negócios, sem disperdiçar tempo e dinheiro com operações alheias aos objetivos corporativos.

5. Através de software reduza seus custos de impressão em até 30% e obtenha total controle de suas impressões. O print system é um exemplo que a DPI Soluções trabalha, que pode monitorar todas as impressões feitas a partir dos computadores de sua empresa, seja em impressoras locais, compartilhadas ou na rede (IP).

6. Porém, de nada adianta adotar todas essas atitudes sem a conscientização e adesão dos colaboradores de todos os setores da empresa. É importante que toda a organização esteja ciente da importância da política de responsabilidade ambiental da corporação e como cada um pode ajudar na economia de recursos naturais.


Por que usar papel reciclado?


Nota-se que algumas empresas começaram a utilizar aquele papel mais escuro, de cor creme, diferente da tradicional folha branca, ou seja, o papel reciclado.

Algumas organizações tem-se mostrado preocupadas com a sustentabilidade e o meio ambiente, mas ainda falta a conscientização de diversas pessoas e corporações.


Quais as vantagens de usar papel reciclado?

Uma das principais vantagens é a diminuição do impacto ao meio ambiente, já que reduz a utilização de corte de árvores para produção de papel e mantém a vida útil de cerca de 15 a 30 árvores.

Além disso, alguns processos de reciclagem podem economizar água e energia, o que também contribui na economia de processos, conseqüentemente dos recursos naturais.

Quanto aos custos, logo que o papel reciclado começou a ser utilizado no Brasil, seu custo era muito superior ao papel comum, contudo, com o passar dos anos, esta diferença diminuiu drasticamente.

É claro que trocar papel branco pelo reciclado, não garante a sustentabilidade da sua empresa, mas é um bom começo! Há algumas outras dicas básicas ajudarão a transformar seu ambiente corporativo em espaço “ecologicamente correto”:

Dicas:
  • Imprima apenas o necessário;
  • Observe seus materiais de escritório, procure usar lápis com madeira certificada e canetas com componentes que não agridem o meio ambiente;
  • Utilize ao máximo as folhas: imprima em ambos os lados, crie blocos de rascunho usando folhas de relatórios antigos;
  • Doe seus papéis usados a uma associação de recicladores;
  • Desligue o computador por completo quando não for utilizá-lo mais, na hora do almoço por exemplo ou em alguma pausa no trabalho, deixe o monitor desligado;
  • Utilize cartões de visita de papel reciclado.

São pequenas ações como essas, que fazem com que aproveitemos ao máximo nossos recursos e nos fazem contribuir substancialmente na manutenção dos sistemas naturais.


Práticas Sustentáveis da DPI

A DPI pensando no meio ambiente e na sustentabilidade dos serviços, tem nos seus procesos a destinação correta de todos os resíduos tóxicos provenientes da remanufatura de cartuchos e toners.


A coleta é feita pela empresa RTM, especializada na coleta de resíduos especiais. Empresa licenciada e credenciada pela FEPAM (Fundação Estadual de Proteção Ambiental).




Além disso a DPI dispõe de licença de operação da Secretaria do Meio Ambiente Municipal, sendo vista como empresa verde, atendendo a todos os padrões ambientais.

O que fazer com os cartuchos vazios?




A natureza sempre foi atingida pela evolução tecnológica, já que muitas vezes, a falta de consciência e informação faz com que as pessoas descartem inadequadamente equipamentos que não possuem mais utilidade.

Um exemplo é o cartucho vazio quando perde sua utilidade, que se descartado indevidamente, pode trazer danos ao meio ambiente. Estima-se que cada cartucho possa levar cerca de 100 anos para se deteriorar na natureza.


Pensando nisso a DPI oferece à seus clientes e parceiros a opção da remanufatura que na verdade é a reutilização do cartucho vazio que seria jogado fora, e lhe dá um novo ciclo de vida. Gerando uma economia média em até 60% do " valor " do cartucho original, além de diminuir o consumo dos recursos naturais. Você pode reaproveitar ematé 20 vezes cartuchos de boa qualidade, pois o que determina seu ciclo máximo é o cuidado na hora de terminar a tinta, ou seja, ao primeiro sinal de falha de impressão encaminhe-o para remanufatura.

A DPI é Ponto de Coleta de Cartuchos Inservíveis
Estendemos a comunidade o que já fazemos a nossos clientes. Somos ponto de coleta de cartuchos vazios inservíveis e sem possibilidade de remanufatura (estragados). Jamais jogue no lixo comum seu cartucho vazio. Existem componentes tóxicos, é fabricado com plástico e cobre e demora até 100 anos para se decompor. Sendo assim não deixe de ir até a DPI Soluções em impressão para deixar seus cartuchos e fazer a sua parte pelo meio ambiente.


Existem outras opções de descarte que os próprios fabricantes oferecem:

Muitas empresas atentas disponibilizam pontos de coleta no Brasil inteiro (consulte o site do seu fabricante). Em geral os cartuchos recolhidos são desmontados e tem suas peças separadas de acordo com o material que será transformado em matéria-prima para uso em outras indústrias ou são reaproveitados de alguma forma pela própria organização.

A Brother conta com um programa de reciclagem no qual os usuários podem enviar seus cartuchos ou toners vazios pelo correio, basta preencher o formulário no site. A Lexmark também conta com um programa de devolução de cartuchos no qual a empresa se compromete a vender os cartuchos com desconto desde que o cliente também se comprometa a utilizá-lo uma vez e o devolva para reciclagem.

Procure se informar sobre a prática ideal para você, mas não deixe de fazer sua parte e contribuir para a preservação do nosso planeta. São pequenas ações como estas que fazem a diferença.


DPI tem Ponto de Coleta de Lixo Eletrônico!


Lixo Eletrônico - Você sabe o que fazer com seus equipamentos quando aparentemente já não tem mais utilização?

A maioria dos equipamentos eletrônicos são feitos com substâncias nocivas e se descartados de forma incorreta ou em locais indevidos, como lixões e terrenos abandonados, podem contaminar o meio ambiente.

Estima-se que os resíduos eletrônicos representam 5% da produção total de lixo da humanidade. Uma média de 50 milhões de toneladas são jogadas fora todos os anos por todos os locais do mundo. No Brasil o número aproximado é de 2,6Kg por habitante.


Como descartar equipamentos eletrônicos?

Ponto de Coleta:

Em 2011 a DPI Soluções em Impressão resolveu estender sua iniciativa para a comunidade. Criando um ponto de coleta de lixo eletrônico.


A DPI em parceria com o CMID (Centro Marista de Inclusão digital) a mais de 4 anos vem destinando seu lixo eletrônico como impressoras antigas, monitores e computadores para esta instituição. O CMID reaproveita componentes utilizáveis, reciclando os computadores para aula de robótica livre e inclusão digital para a comunidade.




Como Funciona:

Basta levar seu material eletrônico inservível como (Monitor, teclado, mouse, CPU de computador, impressoras velhas e demais aparelhos eletrônicos em geral) e preencher um formulário de destinação deste resíduo. A DPI fará todo o procedimento legal de encaminhar estes equipamentos ao CMID, entidade responsável e competente para emitir certificado de destinação correta final de resíduos eletrônicos.

Endereço do Ponto de Coleta:

Reciclagem:

Há vários postos de reciclagem espalhados pelo país que buscam estes materiais, consulte o site: www.lixoeletronico.org e busque endereços próximos a você.

Sustentabilidade é prática obrigatória a todas as empresas, mas para que seja efetiva, é necessário a conscientização de funcionários e da população em geral, por isso, faça sua parte!

1.12.10

Evento - Metas da biodiversidade para o futuro

O Programa Biota-FAPESP, a Academia Brasileira de Ciências (ABC) e a Sociedade Brasileira para o Progresso da Ciência (SBPC) decidiram marcar o encerramento do Ano Internacional da Biodiversidade e o início do Ano Internacional das Florestas com um evento.

A conferência internacional Getting Post 2010 – Biodiversity Targets Right será realizada de 11 a 15 de dezembro no hotel Villa Santo Agostinho, em Bragança Paulista (SP). O objetivo é contribuir para estabelecer não só novas e significativas metas para a conservação da biodiversidade utilizando embasamento científico, como também mecanismos para monitorar a efetiva implementação dessas metas.

O evento reunirá parte dos principais personagens que estiveram na 10ª Conferência das Partes da Convenção sobre Diversidade Biológica (COP10) em Nagoya, no Japão, que terminou no dia 29 de novembro.

A abertura do encontro em Bragança Paulista será feita por Ahmed Djoglaf, secretário geral da Convenção sobre a Diversidade Biológica, que coordenou os trabalhos da reunião de Nagoya.

Na manhã seguinte, Maximiliano da Cunha Henriques Arienzo, subchefe da Divisão de Meio Ambiente do Itamaraty e chefe da delegação e principal negociador brasileiro em Nagoya, fará um relato da COP10 e também do andamento da criação do Intergovernmental Platform on Biodiversity and Ecosystem Services (IPBES).

Na sequência serão discutidas questões relativas à interoperabilidade entre sistemas de informações sobre biodiversidade, o uso de novas técnicas para o estudo da biodiversidade de microrganismos, ferramentas de modelagem associadas a indicadores e parâmetros e métricas para monitorar a conservação ou perda de biodiversidade.

“No último dia, a conferência se voltará para a Mata Atlântica, a mais antiga e mais ameaçada de nossas florestas”, disse Joly, professor titular do Instituto de Biologia da Universidade Estadual de Campinas (Unicamp) e organizador do evento em Bragança Paulista.

O evento terá quatro temas principais, que serão apresentados e debatidos em simpósios: “National and International Interoperability among Biodiversity Information Systems”, “Metagenomics as a tool to assess micro-biodiversity”, “Post 2010 Biodiversity Targets: ecosystem and evosystem services” e “Impacts of Local & Global Changes on the Atlantic Rain Forest”.


Entre os palestrantes de outros países convidados estão Eduardo Morales Guillaumin (Conabio, México), Monica Vera (Fundação Humboldt, Colômbia), Francisco Antonio Squeo (Instituto de Ecologia e Biodiversidade, Chile), Alfred Püehler (Universidade Bielefeld, Alemanha), Jack Anthony Gilbert (Plymouth Marine, Reino Unido), Timothy Vogel (Universidade de Lyon, França), Rodolfo Dirzo (Stanford University, Estados Unidos) e Harold Mooney, presidente da Diversitas.

Antonio Mauro Saraiva (Universidade de São Paulo, USP), Marcelo Tabarelli (Universidade Federal de Pernambuco), Carlos Grelle (Universidade Federal do Rio de Janeiro), Célio Haddad (Universidade Estadual Paulista), Eduardo Eizirik (Universidade Federal do Rio Grande do Sul), Geraldo Afonso Fernandes e Adriano Paglia (Universidade Federal de Minas Gerais), Philip Fearnside (Instituto Nacional de Pesquisas da Amazônia), Thomas Lewinsohn (Unicamp) e Miguel Calmon (Instituto BioAtlântica) serão alguns dos conferencistas do Brasil.

Inscrições e mais informações sobre a conferência: www.biota2010-targets.com.br


Cientificamente significativos


Os organizadores da conferência Getting Post 2010 – Biodiversity Targets Right ressaltam que as metas para a biodiversidade em 2010 no mundo, bem como as metas brasileiras para a biodiversidade no ano, não foram alcançadas, conforme ficou evidente durante a COP10.

Parte do fracasso, segundo eles, se deveu ao fato de não se poder demonstrar cientificamente uma redução significativa nas taxas de perda de biodiversidade com o conhecimento disponível atualmente. Outro problema é o lapso de tempo entre as ações para ampliar a conservação da biodiversidade e o efetivo impacto dessas medidas, que pode ser de décadas, ou mesmo de séculos.

Também é bem conhecido, apontam os organizadores, que a maior parte dos principais motores da perda de biodiversidade – como mudanças no uso da terra, mudanças climáticas, poluição e espécies invasoras – tem crescido desde 2001, quando as metas foram estabelecidas.

“Entretanto, como apontou o professor Thomas Lovejoy no evento organizado pelo Biota-FAPESP no Palácio dos Bandeirantes no Dia Internacional da Biodiversidade, as metas tiveram um efeito extremamente positivo. Elas levaram a conservação da biodiversidade para o topo da agenda mundial, desencadearam a Avaliação Ecossistêmica do Milênio e fizeram com que a Convenção sobre Diversidade Biológica promovesse e intensificasse iniciativas como o Programa Áreas Protegidas e a Estratégia Global para a Conservação de Plantas”, disse Joly.

Por conta disso, segundo os organizadores da conferência, é de importância fundamental, e urgente, que se estabeleçam metas novas, mensuráveis e cientificamente significativas, com medidas objetivas e específicas para comprometer governos em nível nacional, regional e global com uma proposta radical em relação a abordagens anteriores.

“É imperativo garantir não apenas a preservação de serviços ecossistêmicos que beneficiam o homem, mas também os processos que geram e mantêm a biodiversidade, que possuem valores intrínsecos não mensuráveis monetariamente”, destacou Joly.

“Nesse cenário a conferência em Bragança Paulista se tornou uma oportunidade única de interação com os principais atores internacionais que atuam nessa grande área que a temática caracterização, conservação e uso sustentável da biodiversidade abrange”, disse.

Fonte: FAPESP

25.11.10

Atlas - Mar, Petróleo e Biodiversidade - Greenpeace

O Greenpeace acaba de lançar o atlas "Mar, petróleo e biodiversidade - A geografia do conflito"

O interesse pela utilização de novas áreas no litoral deverá crescer com o início da exploração do pré-sal, tornando ainda mais complicado e difícil o atendimento da recomendação do Ministério do Meio Ambiente para a criação de unidades de conservação em nossa zona marinha.

Portanto, se objetiva mostrar, por meio da representação em mapas, o conflito cada vez mais intenso que ocorre em nosso litoral entre a preservação ambiental e o desenvolvimento econômico.

Uma maneira de despertar a consciência sobre a necessidade urgente de criar mais unidades de conservação marinhas, fundamentais para o bem estar da população brasileira.

Nossa zona costeiro-marinha, que se alonga por mais de 8, 600 km de costa e se estende por aproximadamente 4,5 milhões de quilômetros quadrados, abriga ecossistemas diversos, habitados por inúmeras espécies da flora e da fauna,muitas das quais ameaçadas de extinção.
Apesar da sua importância ecológica, atividades econômicas impactam seriamente o nosso litoral sem que sejam adotadas medidas para sua proteção.


Saiba mais:

16.11.10

FAO alerta: Agricultura deve mudar para sistemas sustentáveis!

Agricultores do mundo devem mudar rapidamente para sistemas agrícolas mais sustentáveis e produzir alimentos para as crescentes necessidades da população e responder à mudança climática global, advertiu o especialista em culturas da FAO, em uma conferência internacional sobre a agricultura.

Vantagens da Agricultura de Conservação

  • Em 1960, um hectare da terra cultivável permitia alimentar em média a nível mundial 2.4 pessoas. Em 2005, este número tinha sido aumentado a 4.6 pessoas por hectare, e as previsões para 2050 indicam que poderá aumentar entre 6.1 e 6.4 pessoas. É óbvio que isso se deve a produzir mais alimentos pelo hectare.
  • Mas a taxa de crescimento da produtividade na agricultura está em declínio, em vez de aumentar. Considerando que esta taxa era de 2.3 % anuais de 1961, espera-se que desça aos 1.5 % a partir de agora até o ano 2030, e podendobaixar outra vez aos 0.9 % entre esse ano e 2050.
  • Uma das razões para a redução das taxas de crescimento da produtividade é baseada na dependência excessiva dos fazendeiros em um aumento dos níveis de insumos para aumentar a produção, que danificam a terra e os ecossistemas e faz para diminui o rendimento.

  • O rendimento da agricultura de conservação são iguais aos da cultura intensiva convencional, além de ser mais estáveis e precisar de menor aplicação de agentes químicos, visto que os sistemas convencionais exigem frequentemente doses maiores para obter os mesmos resultados. A A.C. é muito mais sustentável para o ambiente.
  • Ao não precisar cortar árvores e ao não preparar a terra regularmente, a A.C. reduz a carga de serviço dos fazendeiros em uns 50% em média. Portanto, maior lucratividade pela diminuição de dispêndio de investimento e energia. Os agricultores mecanizados podem economizar até uns 70 % no custo de combustível.
  • Os três princípios básicos da A.C. - evitar a alteração mecânica da terra, de forma a manter permanente a camada superficial orgânico da terra e garantir uma rotação apropriada das culturas. Reservar terra para uso circunstancial, capaz de produzir mais em caso de seca ou do excesso de água.

  • Pode ajudar a abrandar a mudança climática, não somente quando reduzir os gás do efeito de estufa produziu pelos setores agriculturais e a floresta - de que supor perto dos 30 por cento do total de emissões mas igualmente ao ajudar a manter o carbono na terra a uma média de 0.5 toneladas anual pelo hectare. Este número supor 54 milhões de toneladas presentemente, mas será aumentado com o número de hectare que é destinado à C.A.
Fonte: FAO ( Organização das Nações Unidas para a Agricultura )

Saiba mais:

15.11.10

Saiba por quê plantar Árvores Nativas

Qual a diferença entre nativas, exóticas e endêmicas?


Nativa – ocorre naturalmente na região que se está tratando.

Exótica – não ocorre naturalmente na região que se está tratando.

Endêmica – espécie que ocorre exclusivamente na região que se está tratando. Uma espécie que é nativa da Austrália é considerada exótica no Brasil, como é o caso do Eucalipto. Uma espécie pode ser Nativa do Brasil, porém endêmica da Bahia, como é o caso da piaçava. Isso quer dizer que em São Paulo, ou em Amazonas, esta espécie é considerada Exótica.

Os benefícios de se plantar árvores nativas de sua região, além de não ter os problemas das exóticas, estão descritos a baixo:

  • O alimento é exatamente os que os animais nativos precisam.

  • Fazem parte de uma determinada floresta onde uma espécie ajuda a outra, de diversas formas.

  • Dificilmente espécies nativas são exterminadas por pragas, pois já desenvolveram muito bem uma defesa para cada praga da região.

  • Muito indicadas em plantios orgânicos, que desejam não utilizar agrotóxicos.

  • A relação entre os nutrientes disponíveis, e os nutrientes necessários para a árvore, é harmoniosa.

  • São as árvores nativas que os pássaros nativos procuram para fazer seus ninhos. Você já reparou que em matas de Eucalipto ou Pinus houve-se muito pouco ou quase nenhum som de pássaros e outros animas?

  • E por último, se existem mais de 500 espécies só na Mata Atlântica, das mais variadas formas, das mais lindas flores das mais cobiçadas madeiras do mundo …

Porque NÃO plantar árvores exóticas?

  • Por não terem predadores naturais, essas espécies podem se multiplicar sem controle, tornando-se assim uma praga, como é o caso do Eucalipto.

  • Por não terem uma boa relação com a floresta nativa, podem competir desigualmente pelo espaço, chegando até matar as espécies nativas, como é o caso da Leucena, que em seu habitat natural com pouca água, desenvolveu uma substância que impede o crescimento de outras espécies ao seu redor, para evitar a competição pela água escassa.
  • A proliferação pode ser descontrolada. Como é o exemplo também da Leucena. Em seu habitat nativo desenvolveu uma estratégia de produzir milhares de sementes. Isso porque a semente que encontrar apenas um pouco de água já irá germinar. Mas aonde o solo é seco só algumas sementes conseguem sobreviver. Aqui no Brasil, por ser um país tropical úmido, todas as sementes encontrar condições ideais para germinar. O que temos é uma disseminação tão intensa deste espécie que hoje é considerada uma verdadeira praga em nosso ambiente.
  • O maior erro em se plantar exóticas como Eucalipto e Pinheiros, é que estas espécies crescem muito rápido. Pessoas e empresas que são obrigadas judicialmente a reflorestar, utilizam estas espécies para mostrar o resultado o mais rápido possível. O que muita gente não sabe é que com espécies pioneiras brasileiras, consegue-se este resultado ou mesmo um melhor, tanto em termos de tempo quanto obviamente de qualidade, como é o caso da Embaúba, Monjoleiro e tantas outras mais.

Plante árvores de espécies brasileiras!

Fonte: Funverde

Saiba mais:

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