21.6.09

FADISMA Santa Maria

FADISMA incia Processo de Separação e Doação de Recicláveis

FADISMA doa 286kg de Recicláveis para ASMAR

No dia 25 de setembro, a Associação dos Selecionadores de Material Reciclável (ASMAR) esteve na FADISMA para recolher aproximadamente 20 caixas contendo jornais, materiais de divulgação e folhas de papel.

Ao todo, foram doados 177 quilos de jornal e 109 quilos de papel.


A associação é a única certificada pela Prefeitura Municipal de Santa Maria para realizar a coleta de material reciclável.

A ideia é que a ASMAR recolha papéis e plásticos todas as semanas na FADISMA. Com isso, pretende-se dar início a um projeto de separação de lixo nas dependências da Instituição.

Lixo como fonte de trabalho e dignidade

O Lixo como fonte de trabalho e dignidade

A “catação de lixo” não é um fenômeno brasileiro.
Assim como aqui os indivíduos que se dedicam a esse trabalho são chamados catadores, no México são chamados de pepenadores, na Argentina são conhecidos como cartoneros, no Peru são chamados de moscas.

Cada país na América Latina tem um termo próprio para designar os catadores de lixo e, em certos países, seu número está crescendo. Eles podem ser vistos separando sacos de lixo nas calçadas das cidades, parques públicos ou junto a supermercados e residências.

Alguns puxam carroças que pouco a pouco vão enchendo com garrafas plásticas ou latas de alumínio. Homens, mulheres e crianças participam dessa atividade. Em certos países, famílias inteiras de catadores de lixo vivem em cortiços ao lado ou no alto de aterros sanitários que lhes garantem sua única fonte de renda.
A Associação Brasileira de Alumínio (ABAL) calculou que cerca de 150 mil pessoas ganharam a vida em 2002 coletando latas de alumínio no Brasil. A maioria delas realiza esse trabalho de maneira informal, ou seja, sem o reconhecimento do Estado e, portanto, sem garantia de direitos.

Isso se torna preocupante, se pensarmos que a catação de lixo está entre as ocupações mais perigosas e socialmente marginais. Por meio da constante exposição a materiais perigosos e fumaças tóxicas nos aterros, os catadores de lixo estão submetidos a um alto risco de acidentes e doenças. Devido a sua associação com o lixo, essas pessoas tendem a ser menosprezadas.

Entretanto, a perspectiva para os catadores de lixo está melhorando. Nos últimos anos, eles começaram a se organizar em diversas partes da América Latina para melhorar suas condições de trabalho e por fim o seu status de cidadãos de segunda classe. Em muitas cidades, os catadores se reuniram em cooperativas, que lhes permitem coordenar suas atividades com os órgãos sanitários municipais e negociar preços melhores com os intermediários.

Para saber um pouco mais sobre a relação das pessoas e o lixo na cidade de Santa Maria, assista a reportagem feita pela TV Câmara:





A reciclagem traz muitos benefícios, entre eles:

  • gera receitas reais para centenas de milhares de pessoas e com isso ajuda a reduzir a pobreza;

  • propicia um meio surpreendentemente eficaz para reutilizar recursos valiosos, reduzir custos para as indústrias domésticas e melhorar a competitividade econômica;

  • reduz a quantidade de lixo que é descartada, diminuindo com isso a poluição e beneficiando o meio ambiente.

Por todos esses motivos, a reciclagem informal tem potencial para ser uma forma de desenvolvimento sustentável.

O que é necessário é um compromisso dos governos no sentido de apoiar os catadores de lixo, garantindo-lhes que não sejam explorados nem menosprezados e fornecendo-lhes serviços sociais essenciais.
  • Você sabe que tipo de iniciativa governamental vem sendo tomada para melhorar a vida dos “catadores” em nosso país?
  • E em sua cidade? Você sabe o número de catadores existentes e quantos deles estão ligados a empresas ou cooperativas?

Fonte consultada: Banco Interamericano de Desenvolvimento

Dica: Pâmela Marconatto Marques
Coordenadora do Núcleo de Pesquisa e Monografia - FADISMA


Meio Ambiente em exposição na FADISMA

Desde o dia 14 de agosto, o hall da Faculdade de Direito de Santa Maria está abrigando duas exposições fotográficas do ativista ambiental Ari Quadros.


As imagens retratam duas realidades diferentes, mas trazem mensagens semelhantes: a importância de cuidarmos do ambiente em que vivemos.


Quadros atua há mais de 20 anos na área ambiental e, atualmente, é Presidente do Conselho Consultivo da Fundação do Rio Ibirapuitã (Funrio), que tem sede central em Alegrete.

Foi a Funrio que ajudou a implementar, em 2002, o “Projeto Ambiental do Cilon Rosa”, iniciativa que deu origem a uma das exposições que estão na FADISMA. “A Batalha Ambiental do Cilon Rosa” registra o ambiente desgastado e depredado da escola, o esforço da comunidade escolar para mudar essa situação e os resultados que foram conseguidos.

Já “Fernando de Noronha: Paraíso Ameaçado” registra alguns momentos da estada de Quadros na ilha no ano de 1994. O ambientalista ficou cerca de dez dias em Fernando de Noronha, retratando toda a beleza natural do lugar e também as áreas devastadas da ilha.

As exposições ficarão na FADISMA até o dia 31 de agosto. Para conferir basta se dirigir ao hall da Instituição, na rua Duque de Caxias, nº 2319.

O horário de funcionamento é das 8h às 12h e das 14h às 22h de segunda a sexta-feira, e das 8h às 12h aos sábados. Escolas podem agendar visitas pelo telefone 3220 2500.


FADISMA adere ao consumo consciente!

No início deste ano, a FADISMA se propôs a reduzir a quantidade de papel de ofício utilizada na Instituição.

Note você que na adoção de uma simples medida (redução de papel),somam-se reduções no âmbito energético, vida útil de equipamentos... o que equivale a menos árvores cortadas, menos poluentes jogados ao meio ambiente, menos energia gasta, menos água desperdiçada.

Em 2008, foram gastas 253.500 folhas. A meta para este ano é reduzir essa quantidade em 50%.

A avaliação realizada no primeiro semestre de 2009 confirma que a FADISMA está no caminho para alcançar a sua meta.

No primeiro semestre de 2008
, a Instituição consumiu 134.000 folhas de papel, já no mesmo período de 2009 a quantidade foi reduzida para 62.500 folhas.


Dentre as políticas adotadas estão pequenas medidas que apresentaram bons resultados
:

  • Entre elas a utilização da frente e do verso das folhas
  • Elaboração de relatórios virtuais que dispensam a impressão
  • A disponibilização de material pedagógico dos professores através de meio virtual no portal acadêmico
  • E a conscientização e aplicação de metas de consumo entre os setores da Instituição.

Além da diminuição da quantidade de papel utilizada, o consumo consciente incentivado na FADISMA acarretou outros benefícios:

  • Redução no consumo de cartuchos de impressora
  • Diminuição da depreciação dos equipamentos de impressão
  • E a redução no consumo de energia elétrica

Arte - FADISMA sedia exposição onde o Lixo vira Arte

FADISMA sediou até o dia 30 de junho a exposição da artista Lia Sartori que usa recicláveis em suas obras.

Os alunos do 8º ano da Escola Dom Antônio Reis foram visitar a exposição “Arte ambiental, consciência ecológica fundamental” .


O professor de Artes Visuais, Gesiel Freire, acompanhou os estudantes. “A idéia é que os alunos consigam verificar na prática aquilo que é visto em sala de aula. Esses quadros são interessantes porque a artista reaproveitou materiais”, afirma o professor.

A exposição esteve na FADISMA até o dia 30 de junho. As obras são da artista Lia Sartori que alia criatividade, materiais não perecíveis e a vontade de ajudar a preservar o meio ambiente em seus quadros.


LIA SATORI - ARTE E RECICLAGEM

Tudo começou em um dia chuvoso no ano de 2007. Após criar a primeira obra, em que utilizou pregos, Lia não parou mais. Atualmente, possui cerca de 45 quadros. Além disso, a artista também é advogada. Ela atua há quinze anos em Santa Maria na área ambiental entre outras.

Lia está sempre testando materiais para fazer seus quadros, transformando em arte o que para alguns de nós não tem mais valor. “Eu tenho como filosofia aproveitar materiais que, de outra forma, seriam jogados no lixo. Acredito que através da arte é possível conscientizar as pessoas a respeito da reciclagem”, afirma.

Dica: FADISMA

FADISMA promove palestra - Do global ao local: a questão ambiental em Santa Maria

Por ocasião do dia 5 de junho, dia do meio ambiente, a FADISMA organizou a palestra “Do global ao local: a questão ambiental em Santa Maria”.

Participaram da mesa o Coordenador do Programa de Pós-Graduação em Geografia e Geociências da UFSM, Prof. Dr. Adriano Severo Figueiró; a Chefe do Departamento de Hidráulica e Saneamento da UFSM, Profª. Drª. Jussara Cabral Cruz; e o Coordenador do Curso de Engenharia Sanitária e Ambiental, Prof. Dr. Geraldo Lopes da Silveira. O professor de Direito Ambiental da FADISMA, Ms. Márcio de Souza Bernardes, foi o mediador.


A palestra teve como enfoque os problemas ambientais locais. O professor Adriano enfatizou o crescimento urbano desenfreado e a questão imobiliária em Santa Maria. A professora Jussara abordou a forma como as possíveis soluções para os problemas ambientais devem ser negociadas na sociedade e a relevância dos profissionais da área do Direito nesse processo.

Por fim, o professor Geraldo ressaltou o problema do esgoto da cidade, trazendo exemplos que visaram chamar a atenção dos presentes para a falta de preocupação das autoridades com esse assunto.

Todos os participantes da mesa enfatizaram a importância da união entre a área jurídica e a área técnica na questão ambiental para o benefício da sociedade. Ao final da palestra, o professor Márcio falou do espírito de diálogo que sempre é incentivado na FADISMA.

Ressaltou que a interdisciplinaridade é necessária para a resolução dos problemas da sociedade e que esses encontros multidisciplinares são fundamentais para que os alunos expandam seus conhecimentos.

Fonte: FADISMA

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